quinta-feira, 26 de junho de 2008

Vodka premiada internacionalmente lança versão saborizada

Cidades do Brasil

Nesta quinta-feira (26), a vodka Grey Goose, renomada internacionalmente e classificada como a Vodka Mais Saborosa do Mundo pelo Chicago Beverage Tasting Institute, lança sua primeira versão com sabor em Curitiba. A nova Grey Goose La Poire, produzida na região de Cognac, na França, leva o sabor das pêras francesas Anjou e resulta numa bebida delicada e naturalmente doce. A novidade será apresentada à imprensa e empresários de bares e restaurantes às 10h no Museu Oscar Niemeyer e à noite já estará disponível ao público no Soviet, único bar especializado em vodkas da capital paranaense. Mais informações pelo 3022 2042.

SERVIÇO

O que: Nova Vodka Grey Goose La PoireLançamento: quinta-feira, 26, às 10h no Museu Oscar Niemeyer

Onde encontrar a bebida: Soviet Bar de Vodka - Av. Bispo Dom José, 2277. Fone: 41 3022 2042.

Almoço Oriental

Cidades do Brasil

Fazer refeições fora de casa já virou realidade para muitas pessoas que precisam se adaptar à correria do dia-a-dia. Entre as opções mais procuradas para o horário de almoço estão os buffets, que proporcionam refeições parecidas com as caseiras, em um tempo menor e sem exigir o esforço do preparo. Mas quem recorre a eles não precisa se ater sempre ao “arroz e feijão”. O restaurante Tatibana Japanese Cuisine oferece diariamente buffet de culinária japonesa, com sushis variados, saladas orientais, yakisoba, tempurá, e um prato quente diferente por dia. Os clientes podem se servir à vontade pela quantia de R$ 22 por pessoa, durante a semana, e R$ 25 nos finais de semana e feriados. O buffet do Tatibana Japanese Cuisine funciona de segunda à sexta-feira, das 11h30 às 14h30, e das 12h às 15h30 nos finais de semana e feriados. Mais informações pelo 3016 8284.

SERVIÇO
O que: Buffet com comida japonesa para o almoço
Onde: Restaurante Tatibana Japanese Cuisine - Rua Pasteur, 106 - Batel. Informações e reservas pelo 41 3016 8284
Quando: De segunda à sexta, das 11h30 às 14h30, e das 12h às 15h30 nos finais de semana e feriados
Quanto: R$ 22, durante a semana. R$ 25, nos finais de semana e feriados

sábado, 7 de junho de 2008

Promocão Dia dos Namorados

Mezcla Restaurante faz noite especial para o dia dos namorados

IEME Comunicação


O Mezcla Restaurante, preparou uma noite especial para o Dia dos Namorados. O cardápio elaborado pela chef Renata Khury conta com duas opções de prato principal: mignon com chutney de frutas vermelhas e risoto de queijos e penne ao molho de camarão e especiarias, couvert e foundue de chocolate de sobremesa. O casal ganha uma garrafa de vinho Bodega Vieja. Para dar um clima romântico à noite, o restaurante será inteiro ambientado com velas e flores. O preço do jantar para o casal é de R$ 95,00.

Serviço
Mezcla RestauranteAv. Euzébio da Motta, 647 - Juvevê
Horário: Terça a sábado a partir das 12h41 3527-0996

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sopa de salmão ou sanduíche de rena?


Comidinhas diferentes do Market Square garantem o ânimo para fazer as inevitáveis compras

Agência Estado

Sabe aqueles lugares de cidades pequenas para médias onde todo mundo se encontra? O Market Square, às margens do Báltico, é mais ou menos assim. Ali, todos os dias pela manhã, se instala o mercado de peixes e, aos domingos, juntam-se a ele barracas de badulaques no melhor estilo camelódromo. Boa idéia para comprinhas e para uma experiência gastronômica diferente em Helsinque.
Entre bancas de cachorro-quente e pizza é possível encontrar esquisitices geralmente saborosas, como sopa de salmão, a 5 (R$ 13), ou sanduíches de carne de rena (sim, aquele bichinho fofo do Papai Noel) por, em média, 8 (R$ 21) - preço bem em conta para a capital finlandesa; ainda acompanha batatas fritas com casca. Se não quiser arriscar, vá de yakissoba de frutos do mar, também por 8.

Antes de se jogar nessa farra culinária, lembre-se que esse não é, nem de longe, o lugar mais refinado para comer na cidade. Turistas e locais se amontoam em mesas coletivas de madeira à beira-mar (se o frio pegar, algumas barracas disponibilizam aquecedores) e têm de se virar com garfos, facas e copos de plástico. Mas, quem liga?

Ao lado do Market Square fica o Mercado Kauppahalli, que dá nome ao quarteirão. Ali, entre dezenas de bancas de tudo quanto é tipo de comida - de sushi a hambúrguer -, você pode encomendar um belo carpaccio de rena para saborear no hotel ou, ainda mais exótico, comprar um naco de lingüiça de alce, a 55 (R$ 144) o quilo.

HARROD'S LOCAL
Depois de colocar à prova seu lado, digamos, excêntrico, corra para o maravilhoso mundo das compras comuns. Em Helsinque fica a Stockmann, maior loja de departamentos da cidade, espécie de Harrod''s local. Quer saber? Sensacional.

A loja foi fundada em 1862 e se tornou uma referência finlandesa. Hoje, há filiais em sete cidades do país, além de Rússia, Estônia e Letônia. No andar de comidas e bebidas, a variedade de chocolates e outras coisinhas engordativas é enorme. Mas há muito, muito mais: setores de cosmético, de roupas, de eletroeletrônicos, seções exclusivas para casamentos e uma área só de produtos para sauna - uma mania do finlandês. No subsolo, um bom supermercado.

CHOCOLATES
Sentar para saborear um cappuccino ou um chocolate quente torna-se uma experiência bem bacana em Helsinque. Isso porque a Finlândia é a casa da marca Fazer de chocolates, criadora de algumas delícias inesquecíveis. A marca tem lojas espalhadas pela capital onde, além de provar petiscos simples e caprichados - doces e salgados -, você ainda pode comprar essas delícias para encher a mala. Não resista.

Mercado Kauppahalli: todos os dias, das 8 às 18 horas
Stockmann: Aleksanterinkatu, 52;
www.stockmann.fi/portal/en

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Novo Horário

Cidades do Brasil

O restaurante de culinária franco-suíça Petit Château amplia seu horário de atendimento e passa a abrir todos os dias, de domingo a domingo, para o jantar a partir das 19h. Entre a requintada gastronomia da casa, a especialidade são as fondues que combinam com o inverno curitibano. Informações no 41 3372 0003.


SERVIÇO

Restaurante Petit Château - Rua Manoel Ribas , 5039 - Santa Felicidade. 41 3372 0003

sábado, 31 de maio de 2008

Inovação é palavra de ordem no Dia dos Namorados

Central Press

Dia dos Namorados é, sem dúvida, a data mais romântica do ano. Além das tradicionais flores e jóias, outros presentes mais ousados podem surpreender a pessoa querida no dia 12 de junho. A chef de cozinha do hotel Deville Rayon, Manoella Buffara, dá uma "forcinha" para quem quiser preparar uma surpresa para o amado ou amada: uma refeição afrodisíaca, que, além de simples de preparar, é deliciosa.

"Manu" garante que em pouco tempo é possível preparar um jantar estimulante. A receita começa com uma entrada que leva ingredientes como pimentões, curry e pimenta. De acordo com a chef, quando colocados juntos, esses três elementos elevam a freqüência cardíaca e a sudorese, sensações semelhantes às experimentadas durante a relação sexual.

Além disso, a chef explica que todo o jantar afrodisíaco deve ter alguns destes ingredientes: figo, que é associado à fertilidade, frutos do mar, que contribuem para a formação da testosterona, e mel ou chocolate, que liberam endorfina, proporcionando uma sensação de bem estar. "O resultado é um prato colorido, perfumado e leve, exatamente como deve ser", diz Manoella.

E para quem pensa que vinho é a melhor opção para acompanhar o jantar, está enganado. O champanhe é a mais apreciada das bebidas. Sua propriedade afrodisíaca está relacionada com o exotismo que exerce e a atração do brinde especial. Para não ficar na rotina, a dica é misturar com suco de laranja natural, deixando a bebida com gosto estimulante. Outra opção é a caipirinha de champanhe com gengibre, feita como se fosse um coquetel. “Inove no acompanhamento. Abra uma garrafa de champanhe e coloque, sem medo, bebidas e ingredientes diferentes. Por mais que muitos não acreditem, o champanhe combina com tudo. Abuse da criatividade”, adianta a chef do Deville Rayon.

Para a noite de jantar a dica é abusar das cores instigantes, como o vermelho, preto, marrom e branco. "Para que um prato se torne afrodisíaco também é importante que tenha uma boa aparência, aroma e sabor agradável, estimulando os cinco sentidos. Assim, a imaginação cria um clima especial. A intenção é fazer com que as pessoas comam com os olhos a comida preparada”, brinca.

Como a dica é para um jantar preparado em casa e apenas para duas pessoas, colocar os pratos um do lado do outro para o casal ficar mais próximo é uma boa alternativa. “Tudo vale a pena para deixar o clima mais romântico”, finaliza.

RECEITA
Entrada

1 Ostra

1 Rolinho primavera (Harumaki)

1 Figo

1 Sorvete de canela

Pimentão

Aspargo

Pimenta calabresa

Curry

Açafrão

Modo de fazer:

A ostra é gratinada com curry e açafrão a gosto. Caso queira, outra opção é utilizar a ostra crua e temperada com limão e sal. O rolinho primavera é recheado com pimentão, aspargos e pimenta calabresa cortadas em pequenos pedaços, sua quantidade é reduzida, apenas o suficiente para rechear o rolinho inteiro. Como enfeite, espalhe açúcar de confeiteiro por toda a superfície do rolinho. Separe um figo, corte ao meio e despeje um pouco de mel. Para completar inclua uma bola de sorvete de canela para compor o prato.

Risoto

100g de arroz arborio

Tiras de limão siciliano e limão normal

Azeite de oliva

Queijo tipo mascarpone

Anchova

1 colher de cebola meia colher de chá de alho

1 copo de vinho branco

70% chocolate hidrogenado

30% chocolate ao leite

Modo de fazer:

Para iniciar deve-se fritar a cebola e o alho bem picadinhos até murchar. Colocar o arroz e deixar tostar, em seguida, acrescentar o vinho branco e esperar evaporar. A consistência do arroz fica a critério do cozinheiro, o importante é colocar conchas de água uma de cada vez, e não preencher a panela de água como se faz com o preparo do arroz normal. Para finalizar espalhe o mascarpone sobre o arroz para ficar cremoso.

Para montar o prato: picar bem as anchovas, espalhá-las no prato e em seguida colocar o arroz em cima. Para o enfeite: derreter o chocolate, colocar gengibre e em forminhas. Em uma hora o chocolate está pronto.


Curso de sushi

Cidades do Brasil

Na próxima segunda-feira (2) o Tatibana Japanese Cuisine oferece curso de Sushi, sob a coordenação do sushiman Hayashi. São apresentados os modos de preparo do arroz, como enrolar e cortar sushi, como fazer niguiri e dicas de cortes de sashimi. Além da parte prática, os alunos recebem teoria através da apostila “Curso Sushi Básico”, exclusiva da casa. São três dias de curso – segunda (2), terça (3) e quarta (4) de junho, das 15h30 às 17h30. O investimento é de R$ 175 por pessoa. Ao final, todos ganham uma esteira para enrolar sushi. Informações no 41 3016 8284.

SERVIÇO

O que: Curso de Sushi

Onde: Tatibana Japanese Cuisine - Rua Pasteur, 106 - Batel.

Quando: de 2 a 4 de junho das 15h30 às 17h30

Informações e reservas pelo 41 3016 8284.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Iogurte deixa o café da manhã e vira ingrediente de prato indiano


Agência Folha

Às margens do deserto de Thar, na Índia, ele é lassi açucarado e espesso, decorado com estigmas de açafrão. Já nas lanchonetes de Teerã e de Istambul, é ayran ralo e salgado, que acompanha o sanduíche de carneiro --o mesmo kebab com molho de iogurte vendido em biroscas de rivais gregos e turcos em São Petersburgo, Frankfurt ou Londres.

Em sua travessia pela Eurásia e pelo Atlântico, o iogurte conviveu com o carneiro, as saladas e as frutas vermelhas até, no Brasil, transformar-se em promessa de intestino regulado --"Se não funcionar, a Danone devolve seu dinheiro". Agora, ganha o espaço merecido nas mesas de São Paulo.
Não que falte mérito no discurso de saúde. Segundo a nutricionista do Hospital do Coração Isabela Pimentel, o iogurte é melhor que o leite para quem tem intolerância à lactose, pois já vem em parte digerido por bactérias. Também diminui as calorias ao substituir o creme de leite ou a maionese. Mas foi o olhar paulistano para o Oriente que levou o iogurte da geladeira para a panela.

Para todos
Desde o fim de janeiro, as paredes de vidro --e os jovens garçons com camisetas estampadas "Just Do E.A.T"-- convidam os modernos do Itaim Bibi à cozinha leve e eclética do e.a.t. Casual Food. No cardápio, o iogurte aparece no multicultural cuscuz marroquino de frango ao garam masala, do chef Fernando Corsi.

Mas, desde o ano passado no Kebab Salonu, Rodrigo Libbos já conduzia os modernos da Augusta pelos mundos gastronômicos árabe, hebraico, balcânico, turco, persa e indiano, por meio de seus denominadores comuns --kebab e iogurte. Seu döner reaproximou inimigos ao transformar o tradicional sanduíche turco num wrap de carneiro grelhado, salada e coalhada seca enrolados no lavosh, pão-folha armênio. Para acompanhar, trouxe o ayran de hortelã, em que iogurte batido com cinco folhinhas de hortelã e uma pitada de sal é diluído na água com gás.

Não demoraria para o Turquistão paulistano chegar à esfera do shopping center. O Kosebasi, rede mundial de restaurantes turcos, oferece como entrada o kösheganush --patê de berinjela temperada com coalhada seca e tahini-- e o cacik, originalmente uma sopa gelada de iogurte com óleo de oliva, alho, pepino, dill, hortelã e vinagre, porém mais consistente no Kosebasi, ao substituir o iogurte por coalhada seca.

Neste domingo, o chef indiano Dinesh Rajput reassume o Govinda, primeira casa onde trabalhara ao chegar em São Paulo, em 2007. Da Caxemira, o restaurante-bazar traz o roghan gosht, um curry de cordeiro que leva iogurte no molho. Já no murgh mumtaz do Delhi Palace, o iogurte é usado para marinar cubos de frango, depois levemente assados e cobertos com creme de leite e molho de tomate.

Coalho
"Uma coisa é iogurte, outra coisa é coalhada", diz Beto Isaac, dono do restaurante Arabesco, que, junto aos pratos sírio-libaneses mais populares, serve o shih barak, massa assada com recheio de carne e mergulhada na coalhada fresca.

Segundo Walkiria Viotto, da faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, a diferença são as bactérias utilizadas para a fermentação, que, no caso do iogurte, produzem o acetaldeído, componente que define seu sabor.

"A coalhada é um dos mais polivalentes elementos da culinária árabe", diz Isaac. "O árabe começa a manhã com uma coalhada fresca. No almoço, come a mijadra [arroz com lentilha] com coalhada ou o homus e quibe --com coalhada seca. No lanche da tarde, toma coalhada com alguma calda. À noite, pode achar o quibe cru indigesto. Então, come mais coalhada."

Mercado Municipal é opção para profissionais de gastronomia


PMC

O Mercado Municipal de Curitiba, com sua diversidade de produtos, é um local com diversas opções para profissionais de gastronomia. Nesta quarta-feira (28), o chefe de cozinha alemão Glaab Tim, de passagem por Curitiba, aproveitou a oportunidade para conhecer de perto este espaço tão simbólico da gastronomia paranaense. "É um dos melhores mercados que já vi", disse.

Em seu país, Tim é um dos praticantes da chamada "nova cozinha alemã", e já elaborou menus diferenciados para muitos restaurantes. Em seu currículo também constam passagens em hotéis, transatlânticos, e estágios de cozinha internacional em diversas partes do mundo, como México e China. É mestre cozinheiro desde 1998, e atualmente gerencia o hotel "ÖLMÜHLE", em Frankfurt, além de fazer parte da Associação Alemã de Cozinheiros.

Em sua visita ao Mercado, o mestre aproveitou para conhecer novos sabores e iguarias regionais. Algumas coisas que são absolutamente normais para nós, são novidades para ele, como o pinhão, a fruta do conde e a semente de linhaça. Como a maioria dos estrangeiros, ele ficou espantado com a imensa variedade de aromas, sabores e texturas que compõem a diversidade de produtos comercializados nas várias lojas e boxes.

Alguns permissionários com conhecimento do idioma inglês ou alemão, como a descendente de alemães Isabel Schimer, tiveram a oportunidade de conversar com o chefe, sempre muito simpático e atencioso com todos. As paradas eram constantes, pois em cada banca o olhar profissional do cozinheiro encontrava algo novo ou interessante. O chefe deve ficar em nossa cidade até a segunda quinzena de junho, realizando cursos de gastronomia pela Suinosul - Associação de Suinocultores da Região Sul do Paraná. Tim visitou o mercado acompanhado de Carlos Geestorf, da (Suinosul).
Estão programadas também viagens para Santa Catarina e Foz do Iguaçu.

"O interesse pelo Mercado Municipal demonstra a credibilidade deste importante para a culinária internacional", disse o secretário municipal do Abastecimento, Norberto Ortigara.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Refeição no shopping com toque oriental


Rede de fast food Sushiaki Japanese Food abre terceira loja em Curitiba, no Shopping Palladium, com opções saudáveis e acessíveis da culinária japonesa

Cidades do Brasil

Depois da praça de alimentação dos shoppings Mueller e ParkShopping Barigui, a rede de restaurantes especializada em culinária japonesa Sushiaki Japanese Food acaba de ganhar mais uma filial no Shopping Palladium, o novo empreendimento comercial de Curitiba. Comandada pelos empresários Ener Komagata e Rafael Mazur, a nova sede do Sushiaki é a maior entre as três de Curitiba. O diferencial é que o restaurante possui um espaço interno reservado da praça de alimentação, que comporta 16 pessoas sentadas, para quem quer degustar as refeições com mais tranqüilidade.

Com o objetivo de oferecer, de forma acessível e desmistificada, opções da culinária japonesa, o cardápio elaborado por Andréa Yuri Ido tem os pratos orientais mais clássicos, servidos de maneiras variadas, como os combinados de sushi e sashimi. Entre a variedade de pratos quentes, também estão no cardápio o teppanyaki e o yakisoba. As bebidas também levam componentes tipicamente japoneses, como o saquê, presente na saqueirinha de frutas do restaurante. Elementos com temáticas orientais também compõem a decoração do ambiente, assinada pelos arquitetos Nogara & Saldo, mesclando a tradição com a modernidade, como fazem os próprios japoneses.

SOBRE O SUSHIAKI

O restaurante surgiu em 2005, ainda como um quiosque no Shopping Curitiba. Percebendo o aumento da demanda pela culinária japonesa, e a falta de opção de empreendimentos desse segmento em shoppings, os empresários Yoon Young Kim e Roni Marcos de Oliveira abriram a primeira sede do Sushiaki, no Shopping Mueller, em abril de 2007. No mesmo ano, em outubro, a rede se expandiu, com a abertura da filial no Balneário Camboriú Shopping, em Santa Catarina, sob o comando de Nayana Tarasconi e Evelyn Dunderdale. Já em novembro, o restaurante ganhou mais uma loja em Curitiba, no ParkShopping Barigui, gerida por Ener Komagata e Rui Takashi Hasegawa Junior. Komagata também comanda o Tatibana Japanese Cuisine, no Batel.


NÚMEROS

A rede gera em torno de 20 empregos por loja e deve chegar próximo à marca dos 140 empregos diretos, com a previsão da abertura de mais duas lojas até o final do ano.


SERVIÇO

O que: Nova sede do restaurante Sushiaki Japanese Food

Onde: Palladium Shopping Center - Avenida Kennedy, 4.121 - Portão

Horários de funcionamento: De segunda à sexta das 11h às 23h, sábados das 10h às 23h e domingos das 11h às 22h.

Jantar especial com culinária Franco-Suiça para o Dia dos Namorados

Cidades do Brasil

O Dia dos Namorados está chegando e quem quiser comemorar a data com um jantar especial a dois já deve começar os preparativos, que incluem as concorridas reservas em restaurantes de Curitiba.

Uma das opções é o jantar preparado exclusivamente para os casais apaixonados no restaurante de culinária franco-suíça Petit Château, que já está com reservas abertas para o dia 12 de junho. Em meio ao clima romântico e aconchegante do local, os casais são recebidos com uma taça de espumante, desfrutam jantar em mesas decoradas com rosas e velas e curtem música ao vivo de violino e violão, ao melhor estilo das tradicionais serenatas de amor.

O menu preparado pela chefe de cozinha Andréa Pleti oferece o Festival de Fondue, que foi incrementado para a data. Estão incluídas a fondue de queijo, com acompanhamento de pães, batatas e pão de queijo; fondue de carne, com mignon, lombo suíno, peito de frango, peixe e camarão, com doze tipos de molhos; e para a sobremesa, as fondues de chocolate preto, branco e caramelo, com sete tipos de frutas, marshmellows e waffles. Para encerrar o romântico jantar, o casal leva para casa uma rosa e um chocolate como recordação da noite. O investimento é de R$ 178 o casal. Informações e reservas pelo 3372-0003.


SERVIÇO

O que: Jantar especial para o Dia dos Namorados

Onde: Restaurante Petit Château - Rua Manoel Ribas , 5039 - Santa Felicidade - 41 3372 0003

Quando: dia 12 de junho, quinta-feira, a partir das 19h

Quanto: R$ 178 o casal

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Bolinho de arroz: difícil comer um só


Agência Folha

Arrisque entrar no Ritz durante o almoço ou o jantar e, discretamente, tente encontrar uma ou duas mesas que não estejam devorando o célebre bolinho de arroz da casa. É difícil.

Servido em porções de seis e dez unidades ou acompanhando os famosos hambúrgueres do restaurante, o bolinho é o preferido de muitos de seus freqüentadores, que incluem descolados e celebridades como Regina Casé, Paulo Borges e Mariana Weickert.

Alguns vão ao charmoso local --seja no Itaim, seja nos Jardins-- apenas para comer aquela massa crocante, de textura provocante (com os grãos inteiros), entremeada de ervas e parmesão e servida com um molhinho agridoce cuja receita não é revelada nem sob juras de morte.

Quitute de mãe Embora esteja no time do pudim de leite, da macarronada e da canja de galinha, aquelas receitas que resgatam sabores de infância, o bolinho do Ritz vence o arraigado sabor dos bolinhos de avós e mães até de outros Estados. "Nunca comi um bolinho igual. Já venho do Rio pensando em passar aqui para comê-lo. É o melhor!", diz a fotógrafa carioca Kika Cunha, 37, que jantava no restaurante no último fim de semana.

Contido, o gerente de marketing industrial Robert Glerean, 37, diz que é "quase" melhor que o de sua mãe. "É, tem o do Ritz e o da minha mãe, mas esse é sequinho e nada gorduroso."

Com o alto movimento da badalada casa, que chega a ter espera de uma hora e meia no fim de semana, o bolinho alcança uma média de 50 mil unidades/mês --a média de bares como o Filial, um dos mais movimentados da Vila Madalena, por exemplo, não chega a 4.000 unidades/mês.

Além do tal molhinho, chamado de "relish", um dos segredos do sucesso é usar os grãos inteiros, explica, com reservas, a gerente do Ritz Itaim, Roseli Crochiquia, 50, espécie de guardiã da receita criada pela sócia da casa, Maria Helena Guimarães. O subgerente de produção, Gilberto Costa, 32, complementa: "É importante deixar a massa descansar pelo menos uma hora antes de servir e fritar um a um".

As dicas podem até ajudar, mas a tarefa de tentar copiar o petisco é ingrata. O difícil mesmo, no entanto, continua sendo ir até lá e comer apenas um.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Doces da Vovó

Cidades do Brasil

A “Tradicional Feijoada e Doces da Vovó” promovida todos os anos pela Liga das Senhoras Católicas já tem data definida para acontecer. Dia 8 de junho (domingo), às 13h, diretoria e colaboradoras voluntárias se juntam para arrecadar fundos para as creches e obras sociais assistidas pela entidade.

Quem quiser contribuir, pode doar ingredientes para elaboração dos pratos e, também, participar da festa. O investimento é de R$ 25 para adultos e R$ 10 para crianças. Informações para o envio de doações e aquisição de convites podem ser adquiridas no 41 3243 7169. O evento acontece no Salão Paroquial da Igreja Santa Maria Goretti.


LIGA DAS SENHORAS CATÓLICAS

A Liga das Senhoras Católicas de Curitiba é uma instituição filantrópica fundada em 12 de março de 1953 com o objetivo de prestar assistência social, médica, educacional e hospitalar a pobres, indigentes, menores carentes e desvalidos. Para manter funcionando esta estrutura de atendimento, a Liga conta com a contribuição de suas associadas e a realização de atividades comerciais, em que a renda dos trabalhos é totalmente destinada a obras assistenciais. Ao longo dos anos, a Liga das Senhoras Católicas de Curitiba administrou lanchonetes, restaurantes, além de prestar uma série de outros serviços. Atualmente são mais de 800 crianças atendidas em várias creches distribuídas por Curitiba. Juntamente com o atendimento às crianças, a entidade oferece palestras educativas para as famílias de menores assistidos e extremamente carentes. Recém-nascidos sem condições são presenteados com enxovais e mantimentos.

INSTITUIÇÕES ASSISTIDAS

Creche Nossa Senhora da Luz: fundada em 1970, a creche atende a cerca de 100 crianças de 02 a 06 anos com alimentação, cuidados médicos, higiene, desenvolvimento psico-motor e educação pré-escolar. R. Santo Inácio, 51 - Curitiba/Pr

Berçário Nossa Senhora da Luz: o berçário atende em média 80 crianças de 0 a 18 meses com assistência nutricional, médica, prevenção de vacinas. O objetivo é proporcionar as crianças o melhor desenvolvimento físico, psíquico e social. R. Santo Inácio, 51 - Curitiba/Pr

Creche Nossa Senhora da Salete: atende a cerca de 150 crianças de 03 meses a 06 anos da mesma maneira que a Creche Nossa Senhora da Luz. R. República do Líbano, 441 - Curitiba/Pr

Creche Santa Maria: é uma das mais novas creches assistida pela Liga, fundada em 1993, atende a 100 crianças de 03 meses a 06 anos. R. Sebastião Ribeiro Batista, 51 - Curitiba/Pr

Cemic Nossa Senhora da Luz e Nossa Senhora de Salete: funcionam anexos às creches, onde mais de 300 crianças de 06 a 14 anos recebem alimentação, cuidados médicos (Posto Municipal e 5º Batalhão do Exército), educação profissional através de trabalhos de marcenaria, panificação, corte e costura, tricô e crochê, reparos elétricos e horticultura. Além disso, as crianças recebem atendimento psicológico, aulas de educação física, recreação e acompanhamento escolar.

SERVIÇO

O que: Tradicional Feijoada e Doces da Vóvo da Liga das Senhoras Católicas

Onde: Salão Paroquial da Igreja Santa Maria Goretti

Rua João Guilherme Guimarães, 2000 esquina com Rua Jornalista Octavio Secundino – Bom Retiro/Schaffer

Quando: domingo 08 de junho às 13hQuanto: R$ 25 adulto e R$ 10 criança

Informações: 41 3243 7169

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Novo shopping terá culinária japonesa na praça de alimentação

Cidades do Brasil

A rede de restaurantes Sushiaki Japanese Food, que já conta com franquias nos shoppings Mueller, ParkShopping Barigui e Balneário Camboriú Shopping, inaugura nova sede no Shopping Palladium, no dia 8 de maio (quinta-feira). A comida japonesa vai fazer parte das opções à disposição dos clientes na praça de alimentação, mas o restaurante também terá mesas internas para 16 pessoas. Com uma média de atendimento de 7500 clientes por mês nas primeiras lojas, o terceiro Sushiaki de Curitiba, no Shopping Palladium, tem a expectativa de alcançar a meta de 10 mil clientes por mês. O evento de inauguração do shopping acontece no dia 8, para imprensa, e no dia 9 (sexta-feira), a partir das 11h o empreendimento abre as portas ao público, que já poderá conferir o cardápio oriental do Sushiaki Japanese Food.

SERVIÇOO que: Inauguração do restaurante Sushiaki Japanese FoodOnde: Palladium Shopping CenterQuando: Dia 8 de maio, quinta-feira, às 20h30, para imprensa.Dia 9 de maio, sexta-feira, a partir das 11h, para o público.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Sopas de Pessach provocam uma saborosa discussão


Iídiche mames e outros cucas falam das receitas publicadas no 'Paladar'

Agência Estado

Na última edição do Paladar, uma reportagem sobre as sopas servidas em Pessach, a páscoa judaica, alertava sobre a polêmica culinária que o tema poderia suscitar entre membros da comunidade. Não foi diferente. Decidimos, assim, publicar uma amostra dos comentários feitos por alguns leitores (já conscientes da indignação dos que ficaram de fora). O Pessach em Nova YorkFelipe Szabzon, judeu polonês, aponta uma suposta deturpação da receita original de kneidalech, a sopa com bolinhos de matzá (pão ázimo). ''Chuchu no caldo é um abrasileiramento exagerado. Minha avó jamais faria isso'', disse ele.

Também ashkenazi (judeus da Europa Central e Oriental), Ilana Weintraub fez questão de destacar que prefere fazer o kneidalech sem cebola, ''porque aqui em casa meu público é muito variado''. Anita Kesselman, uma das duas iídiche mames que prepararam as sopas, reclamou: ''A receita leva um copo e meio de água, faltou dizer. ''

Claro que Debby Dayan, a outra cozinheira que apareceu na reportagem, de tradição sefaradi (judeus do Oriente Médio, Norte da África e Península Ibérica), fez igualmente sua queixa: ''Faltou o telefone do meu bufê'' (certo, lá vai - 3362-1529). ''Mas adorei a foto. Em Rosh Hashanah (ano-novo judaico), devo aparecer na TV.''

Em defesa de Debby, Karina Simon disse que houve falta de neutralidade. ''Achei a matéria pró-ashkenazi. Não deram o mesmo direito de resposta às duas e a sefaradi acabou prejudicada.'' Quanto à sopa que Dayan preparou, o hamod, Regina Harari protestou: ''Não vai cominho, nem esses negócios que ela usou. Eu faço com hortelã.''

Já Samuel Kon lembrou aos netos que ''é típica essa história de cada uma achar seu prato o melhor''. E, quando soube da polêmica, Renata Simon fez uma defesa apaixonada da reportagem. ''Como alguém poderia reclamar? A matéria está interessantíssima e muito bem escrita'', argumentou ela - que é a mãe judia do repórter.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Circuito Gourmet - a gastronomia como estrela principal


IEME Comunicação

Presentear clientes do departamento corporativo de uma grande operadora de telecomunicações de uma forma inovadora e surpreendente foi o novo desafio da iMax Eventos. Especializada na produção de eventos corporativos, a iMax criou um circuito gourmet com a primeira etapa em Porto Alegre marcada para a segunda-feira (28). Dezoito empresários vão participar de um workshop com o Chef Gerard Durand no Le Bateu Ivre com a casa fechada exclusivamente para o evento. O local foi escolhido como o melhor restaurante francês da capital, segundo a eleição da VEJA Porto Alegre. Já Gerard Durand foi premiado como o chef do ano de 2007 pela Revista Gula - Os Melhores do Ano em Porto Alegre. No total, o Circuito Gourmet terá oito etapas. Em Curitiba o evento ocorre no mês de setembro. Em todas as fases os empresários irão aprender a preparar pratos especiais com um chef premiado.

GÉRARD DURAND nasceu e cresceu na região francesa de Provence e pode-se dizer que a gastronomia está no seu DNA. De sua terra natal, ele trouxe as bases da cozinha. Nos 15 anos que está no Brasil, aprendeu a interagir com os sabores locais e antes de se fixar no sul do país, ele manteve restaurante em Porto Seguro e Brasília, sempre valorizando os produtos regionais. Em Porto Alegre fez questão de combinar legumes e peixes comuns na região para elaborar o menu. Além de talento, Durand tem perfeito domínio das técnicas e dedica-se à cozinha com rigoroso cuidado e controle exato de tempo de forno e fogão. Ainda encontra disposição para participar de outros projetos, como o Mesa de Cinema, que reúne mensalmente intelectuais e gourmets para assistir a um filme relacionado à gastronomia e degustar pratos e vinhos ligados ao tema.

iMax Eventos

A iMax Eventos é uma empresa especializada no planejamento e produção de eventos corporativos, que atua em todo território nacional. Sediada em Curitiba, a empresa é comandada por Ireni Ferreira, que conta com mais de dez anos de experiência nas áreas de varejo, comunicação, marketing e eventos. A intuição feminina própria de uma equipe formada por mulheres, aliada à experiência da iMax somam ao portfólio da empresa clientes como O Boticário, Bosch e GVT.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Livro revela segredos da culinária pernambucana


'Recife – Guia prático, histórico e sentimental da cozinha de tradição' reúne pratos típicos. Culinária regional conta com influência indígena, portuguesa e africana

Agência globo

A culinária pernambucana conta com vários pratos tradicionais e, mesmo já conhecida em outros estados brasileiros, merece ser mais difundida. Foi pensando nisso que Bruno Albertim, autor de “Recife – Guia prático, histórico e sentimental da cozinha de tradição”, resolveu escrever sobre opções de bons pratos para apreciar na capital do estado.

O livro traz uma lista estabelecimentos onde os moradores da região e os turistas podem experimentar refeições locais e ainda ensina a preparar receitas como arrumadinho, farofa de bolão, peixada, agulha frita, camarão ao alho e óleo, buchada, sarapatel e cozido pernambucano.

“Quando se fala em cozinhas regionais no Brasil, alude-se às comidas mineira, baiana, carioca, paraense e até amazonense. Pouco conhecida, a cozinha de Pernambuco ainda é embalada sob o rótulo genérico de cozinha nordestina”, afirma Albertim. Segundo o autor, o objetivo do livro é ampliar o conhecimento histórico e culinário sobre a mesa pernambucana.

O livro também conta as origens dos pratos. “Aliada às contribuições africanas e indígenas, sobretudo no uso da mandioca sob a forma de farinha, a culinária de Pernambuco é uma tropicalização histórica da cozinha portuguesa”, diz Albertim Arrumadinho de charque Saiba como preparar o arrumadinho de charque, uma das receitas do livro.

Ingredientes

500g de charque dianteira; 250g de feijão verde; 50g de farinha de mandioca; quatro dentes de alho bem picadinhos; dois tomates; uma cebola picada; meio maço de coentro picado. sal a gosto. Azeite e vinagre suficientes para regar o vinagrete que acompanha o prato.

Modo de preparoCozinhe o feijão em um litro de água com sal a gosto. Leve a charque para ferver em dois litros de água. Depois de levantar fervura, deixe ferver por mais dez minutos. Depois de cozida, corte-a em cubinhos. Refogue a charque no óleo. Cuidado para que não fique muito frita ou crocante.
Para fazer a farofa, refogue na manteiga os quatro dentes de alho bem picadinhos. Quando estiverem dourados, acrescente a farinha. Misture tudo e está pronta a sua farofa.

O prato é servido com vinagrete: pique o tomate, o coentro e a cebola e tempere com sal, azeite e vinagre.

O arrumadinho fica pronto ao decorar o prato: coloque o feijão embaixo de tudo. A farofa por cima do feijão. Depois, a charque cobrindo o feijão e por cima de tudo o vinagrete.

A receita é de Dona Beca, proprietária do Beca Bar. Contato: (81) 3423-9008

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Queijo de cabra, sem preconceito


Caprinocultores nacionais rompem prevenção do consumidor ao produzir com alta qualidade

Agência Estado

O queijo de cabra vem conquistando espaço no mercado nacional. Primando pela qualidade, caprinocultores conseguem derrubar o preconceito do consumidor em relação aos derivados do leite caprino, trabalhar com lucro e até atender a nichos de mercado que optavam exclusivamente pelos queijos importados, sobretudo da França. Para a pesquisadora Lea Chapaval, da Embrapa Caprinos, em Sobral (CE), o crescimento do setor se deve ao alto padrão dos queijos nacionais e também a uma mudança de mentalidade do consumidor. ''Estamos derrotando o preconceito dia a dia, e mostrando para os agricultores que o queijo feito com boa qualidade é um grande negócio.''

Para a zootecnista da Associação Paulista dos Criadores de Caprinos (Capripaulo), Carla Francesconi Noznica, é crescente o número de caprinocultores que optam pela produção de queijo, e a associação se esforça em divulgar esses produtores a interessados em investir na mesma área. ''Sempre promovemos o crescimento do setor com a ajuda dos associados, e o queijo é uma ótima opção que surgiu de quatro anos para cá.''

Considerados finos, os queijos de cabra possuem valor de mercado muito atraente. Devido ao seu alto preço, atende a um nicho específico. Apenas restaurantes, hotéis, empórios e pouquíssimos supermercados oferecem o produto, voltado para as classes média e alta, que podem desembolsar R$ 13 por apenas 100 gramas de queijo. Assim, para o caprinocultor, a rentabilidade é garantida, segundo a pesquisadora Lea Chapaval.

CustosComo comparação, o produtor Jaime Perez Dias, de São Bernardo do Campo (SP), diz que 30 litros de queijo de cabra são vendidos, em média, por R$ 30, enquanto 1 quilo de queijo chega a valer R$ 120, para um custo médio de produção de R$ 60.

Um capril abandonado foi a inspiração necessária para que o contador Dias desse o primeiro passo para criar cabras. Seu sogro havia desistido da criação e Dias decidiu mudar-se para a propriedade e investir no negócio. ''As teias de aranha que tomavam conta do capril me deram um desgosto, então resolvi movimentar aquilo'', conta.

Para começar, Dias comprou oito animais de elite, da raça toggenburg, e viajou para a região serrana do Rio de Janeiro em busca de outras matrizes. Quando já possuía um plantel de 120 animais, deparou-se com um problema: as cabras davam muito leite, e ele não sabia o que fazer com o produto, já que seu negócio principal era a compra e venda de reprodutores.

No início, doou o leite para creches e igrejas da região. Para dar um destino lucrativo ao leite, Dias fez um curso de queijo de leite de cabra da Queijaria Suíça de Nova Friburgo (Frialp), no Rio de Janeiro. Contratou um mestre queijeiro e, em 2002, começou a fabricação de queijos em sua propriedade de 12 hectares. Começou com a produção de 12 quilos de queijo por mês, de 12 tipos diferentes.

Atualmente, a Pecuária Albatroz tem capacidade de produzir 1.500 litros de leite/dia, ou 150 quilos de queijo, num capril recentemente ampliado, que pode abrigar 500 animais. Dias mantém os 12 tipos de queijos de cabra: frescal, fromage, boursin, chevrotin, moleson, saint maure, crottin, selles surcher, pyramide, brich, charolais, camembert. Seu mercado são restaurantes, empórios e hotéis da capital.

No nordesteAtualmente, o contador tem um rebanho de 460 cabras das raças toggenburg, saanen e alpina e vai ampliar mais ainda o negócio. Até o fim de 2008 pretende criar cabras em Pernambuco, onde acertou uma parceria com um criador no Recife. Além do novo capril, instalou nova sala de ordenha e queijaria e obteve, com isso, sua certificação no Serviço de Inspeção Federal (SIF).

A zootecnista Carla, da Capripaulo, explica que, para iniciar uma criação de cabras é fundamental um galpão protegido do vento e da umidade e, além disso, uma área para pastagem. É recomendável, inicialmente, separar 25 cabras para cada bode. ''Instruímos o criador quanto ao mercado. Se ele quer produzir queijo, explicamos um pouco a respeito do setor e abordamos temas como a logística e o mercado consumidor que o criador precisa para obter sucesso, além de recomendarmos cursos'', completa a zootecnista.

Arroz e feijão são ingredientes de sobremesa japonesa


Especialista usa produtos típicos do Brasil para fazer doce que comia em Tóquio.
Nas mãos de Shizuko Yasumoto, eles viram bolinhos com um creme de açúcar.

Agência Globo

Nas panelas, uma combinação que todo brasileiro conhece e aprecia: arroz e feijão. Mas no fogão da especialista em culinária japonesa Shizuko Yasumoto, a famosa dupla vira sobremesa.

Usando a técnica oriental do paninho ela envolve os bolinhos de arroz com um creme de açúcar e feijão. A receita faz a especialista em culinária japonesa voltar ao passado. Cada bolinho lembra o tempo em que ela morava com a família em Tóquio.

Ela vive no Brasil há 40 anos e apesar de defender o sabor da cozinha japonesa confessa que logo que chegou por aqui se apaixonou por uma delícia bem brasileira. “Primeiro, cheguei no Brasil e assustei com quindim. Por que era tão amarelo? Achei que colocava tinta. Depois eu estudei e aprendi que era a gema”, diz. “Achei gostoso”

Shizuko conta que o doce saudável tem 2 nomes. No outono é "orragui". Na primavera, em homenagem a esta flor, se chama "botamoti". “Dentro tem arroz sem açúcar, então não é tão doce”.

Os amigos da anfitriã fazem questão de provar o docinho que acabou de sair da panela. “Parece um coco ralado e chocolate, mas é arroz e doce de feijão fora. É delicioso. Pra mim é sabor da infância lembra muito da minha mãe, da minha irmã, que a gente fazia junto”, afirma um deles. “Está saboroso. Nunca tinha comido tão gostoso”, diz outro.

Apesar de doce, o orragui não deve ser saboreado depois do almoço ou do jantar. É um lanche da tarde, diz quem entende do assunto. E pode ser saboreado com chá verde.

Chá verdeO chá verde que na casa de Shizuko é o acompanhamento obrigatório pro docinho de arroz e feijão, em uma confeitaria de São Paulo se transforma na matéria prima principal de um rocambole. Aqui tem chá verde na massa, na cobertura e em boa parte do recheio.

O bolo é uma invenção de um confeiteiro japonês que há 10 anos se mudou com a mulher para São Paulo. Jully Lumi é brasileira e conheceu o chef Shinobo Sasaki do outro lado do mundo. “Eles testavam e eu provava. Os clientes começaram a gostar e assim criamos os ovos de chá verde, o bolo de chá verde”, conta Jully.

A mistura deu certo. O pó de chá verde, chamado de "matchá", dá cor e um sabor oriental à massa do rocambole. O bolo com recheio de frutas também tem o gostinho da folha.

Até o sorvete e o chantilly sáo feitos com chá verde. O doce de feijão e o capricho do confeiteiro dão um toque especial à sobremesa.

Pensando nos apaixonados por chocolate, o casal investiu em novas receitas, como as trufas verdes. Além de gostosa, a sugestão é uma boa maneira de homenagear esses imigrantes que ajudam há 100 anos a incrementar os sabores do Brasil.

sábado, 29 de março de 2008

Trigo sarraceno não contém glúten

Agência Folha

As aparências enganam também no mundo da culinária: apesar do nome e do aspecto de suas sementes, o trigo sarraceno não guarda parentesco algum com o trigo ou com outros cereais. Da mesma família do ruibarbo e da bardana, essa planta rústica é cultivada há tempos como substituta do arroz e do trigo verdadeiro.

"Crescendo rapidamente mesmo em condições desfavoráveis, é mais usada em regiões de clima frio ou solo pobre", explica Alan Davidson, na enciclopédia "The Oxford Companion to Food".
Nativo da Ásia, o trigo mouro ou preto, como também é conhecido, foi por séculos alimento para os japoneses que moram em regiões montanhosas do país. Hoje, a Rússia é o maior produtor e consumidor.

Seu uso na culinária internacional é amplo, tanto na forma de grãos descascados quanto como farinha. Após lavado, o grão inteiro pode ser cozido da mesma forma que o arroz e consumido puro, em saladas ou como mingau, com frutas.

Triturado, é usado em sobremesas que vão ao forno e em tortas e biscoitos. Essa farinha, entretanto, não pode ser usada sozinha para fabricar pães, pois não contém glúten --pelo mesmo motivo, está liberada para portadores de doença celíaca.

Com ela, é produzida uma massa chamada "soba", consumida no Japão há mais tempo do que o macarrão de trigo comum. Geralmente servido frio, acompanhado de legumes e ervas, chega à mesa com um molho à base de shoyu e peixe seco.

Voltando ao início, o trigo sarraceno também se assemelha aos cereais verdadeiros em termos nutricionais. Assim como o trigo e a cevada, tem flavonóides, que são antioxidantes. "Eles diminuem o enrijecimento das artérias e ajudam a elevar o colesterol HDL (o "bom") e a abaixar o LDL (o "mau")", afirma Marcos Knobel, presidente do Comitê do Selo de Aprovação da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) e coordenador da unidade coronária do Hospital Albert Einstein. "Por outro lado, sua utilização é dificultada pela falta de hábito do brasileiro."